Domingo, 27 de Julho de 2008

Estou de férias...

 

...e fui viajar!

publicado por Veruska às 19:32

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Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

A Men's Health presta serviço cívico...ou uma pequena reflexão sobre o orgasmo

 

 
 
Parte I
 
Recentemente, num destes dias de calor estive na praia com amigos e, por a conversa não me interessar, decidi folhear a Men’s Health de um deles.  Nunca gostei de revistas como a Cosmopolitan, a Máxima e outras do género, mas confesso que gosto da forma como as revistas ditas “masculinas” apresentam o seu conteúdo: os artigos sobre alimentação e actividade física, os conselhos sobre tecnologia e toda a espécie de “gadgets” e sobretudo a forma como os homens nos vêem, a nós mulheres.
 
Foi cheia de expectativas que implorei por uma leitura da revista em causa e me maravilhei com as suas matérias magnificamente ilustradas por fotografias artísticas e perfeitamente adequadas ao contexto (e aposto que sem qualquer retoque de photoshop…).  De entre todos os artigos houve um que captou a minha atenção: “A arte da língua – siga as instruções deste guia de sexo e leva-a ao orgasmo ainda esta noite”. 
 
Sendo o orgasmo feminino um tema de reflexão como qualquer outro, achei que hoje em vez de estar a reler o “Ensaio Sobre a Cegueira” do Saramago ou as minhas Courier Internacional que se acumulam em cima do sofá, deveria estar a aqui a incentivar a leitura da Men’s Health a todos os portugueses (se calhar até devia ser incluída no Plano Nacional de Leitura). É que no já citado artigo, se descrevia de forma detalhada e assombrosamente correcta, o que fazer para levar a parceira ao tão almejado orgasmo.
 
Espero que a tiragem da revista seja significativa e que além do continente, chegue também às ilhas. Como nota negativa, registo apenas o facto das ilustrações não me parecerem as mais adequadas quando se sabe que grande parte dos leitores a quem o artigo se dirige têm um elevado grau de iliteracia.
 
Parte II
 
Mas como a sexualidade, e nomeadamente a feminina, é um assunto inesgotável, o tema “orgasmo” esteve presente nos meus já usuais mail’s, escritos em alturas do mais intenso tédio e enviados a algumas pessoas escolhidas de acordo com critérios impossíveis de explicar.
 
Numa das respostas alguém me falava de um “orgasmo comatoso”.  Fiquei de imediato preocupada, pois imaginar uma situação em que uma mulher entrasse em estado de coma na sequência de um orgasmo parece-me algo mais consentâneo com uma imagem de terror do que com uma imagem de prazer, mas “cada um é como cada qual”…
 
            Como sou curiosa resolvi fazer uma pesquisa na net para perceber exactamente do que se tratava. Descobri que existem muitas referências a uma norte-americana que durante um estudo científico, depois do 102º orgasmo teve de ficar em repouso absoluto durante 3 dias para recuperar as suas funções básicas. Tentei pesquisar directamente nas fontes referenciadas e não consegui apurar a veracidade do caso.
 
            Fico triste, não por não estar confirmada a existência dos “orgasmos comatosos”, mas sim por tantos homens não terem sentido crítico. A todos eles aconselho que leiam a Men’s Health!
 
publicado por Veruska às 00:10

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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008

O fim dos Delfins... ou como foi desmantelado mais um grupo terrorista

 

 
Apesar da minha adolescência ter ocorrido durante a década de 80, nunca achei que seriam anos para recordar com saudade. Já várias vezes reflecti sobre este assunto e concluí que vários são os factores que contribuíam para que esta década não fosse aquela que recordo com um sorriso difícil de conter e um olhar ausente e pensativo: atravessava uma grande crise existencial, a roupa era feia como tudo, a cinematografia era para esquecer (nunca vi “O ET” e recuso-me a alguma vez a vê-lo; se não fosse o “Verão Azul” e os programas do Jacques Cousteau andaria tristinha anos a fio), a música não me fazia vibrar…
 
É precisamente um acontecimento musical que ocorreu nessa altura, mais precisamente no ano de 1981, que mais marcou a minha vida e, atrevo-me mesmo a dizer, que mais marcou este país: a formação dos Delfins. Lembro-me claramente a primeira vez que ouvi este conjunto musical (num Festival da Canção) e daquilo que foi dito acerca deles (detentores de uma grande qualidade e originalidade) e também me lembro da emoção que senti quando descobri que éramos todos da mesma terra. Apesar de não gostar da música que faziam, tentei a todo o custo torna-me uma admiradora: ouvia durante dias sem fim cassetes com as músicas deles e tentava a todo custo avistar o Miguel Ângelo (mais tarde intitulado Miguelângelo) nas ruas de Cascais. 
 
Nunca consegui alcançar o meu objectivo e, apesar de não gostar da música que fazem, mantive-me atenta a toda a sua postura e hoje, já quase 25 anos depois de se terem formado, não tenho qualquer dúvida sobre as suas reais intenções - os Delfins não passam de um grupo terrorista com várias ramificações (como por exemplo os Santos e Pecadores) que desejavam provocar na população portuguesa graves danos psicológicos.  Esta conclusão está assente em factos como:
 
- títulos dos álbuns e singles relacionados com temáticas religiosas ( “Breve Sumário da História de Deus” e a “Queda de um Anjo”), com temáticas nacionalistas (“Babilónia” e “Bandeira”) ou com aspectos políticos (“Libertação”, “Desalinhados”, “U Outro Lado Existe” e “Nasce Selvagem”);
 
- a mudança de nome de Miguel Ângelo para Miguelângelo para baralhar as autoridades;
 
- a distribuição gratuita de 150 mil exemplares de CD’s com algumas gravações da banda para intimidar os portuguesas e perturbar grandemente a ordem publica;
 
- publicitar em todos os órgãos de comunicação social o fim da banda assegurando ao mesmo tempo vários espectáculos até 31 de Dezembro de 2009 desencadeando um distúrbio bipolar naqueles que ao acreditarem na informação, rapidamente perceberam que tudo não passava de um embuste.
 
Actualmente o fenómeno está controlado (informação baseada em vários indicadores como o reduzido número de CD’s vendidos) e as forças de segurança regozijam-se pelo facto de, apesar das tentativas, a internacionalização nunca ter acontecido!
 
publicado por Veruska às 20:34

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Sábado, 5 de Julho de 2008

A silly season Allgarvia… ou como os homens nus andavam ausentes da vida de muitas mulheres

 

Como acontece em todos os anos a silly season aqui no Allgarve é sempre muito rica em acontecimentos fantásticos, surpreendentes e de uma riqueza inexplicável: são as festas para a alta sociedade em que todos vão vestidos de branco e cujos “bonzões” que por lá andam têm sempre um ar muito chateado (se eu fosse uma “boazona” irradiaria felicidade e jamais teria um ar chateado…), é a concentração Motard de Faro (ela está quase aí; é um bom fim-de-semana para ir a Cascais…), são os concertos no Fórum Algarve (este ano conseguiram trazer os cascalenses Delfins e Santos e Pecadores - tudo bandas que eu detesto)…
 
Mas neste Verão um novo tipo de eventos foi contemplado pelos programas culturais das várias autarquias – homens semi-desnudos ou mesmo nus em vários locais algarvios. Sendo eu uma pessoa com uma vida social tão intensa, já tive a oportunidade de assistir a dois desses espectáculos em que a performance dos artistas foi irrepreensível a todos os níveis.
 
A primeira encenação foi levada a cabo no Ludo e até hoje se lamenta que esta não tinha sido alvo de uma maior divulgação junto da comunicação social, pois fui eu a única espectadora. O protagonista era um cavalheiro muito bem apessoado (com umas pernas e uns glúteos que fariam inveja a qualquer um) que sem roupa desfrutava do Sol algarvio e acariciava de forma suave o seu corpo, sorrindo de forma maliciosa e convidativa a quem passava. 
 
O segundo espectáculo a que me refiro fez parte do Festival Med (do qual sou uma grande fã; este ano estive presente em todas as noites :) ) – o concerto dos Tambours du Bronx. A expectativa era grande, pois de acordo com a organização, dos Tambours du Bronx poderia “esperar-se nada menos que o espanto completo (…). Coreografias ensaiadas até à perfeição e um ambiente geral fascinante, embora por vezes assustador e apocalíptico…” A banda conseguiu levar a plateia ao rubro, não pela sua actuação musical (realmente para bater num bidão de 100 L só deverão ser precisos 3 ou 4 neurónios), mas sim pela forma como coreografaram a sua apresentação – à medida que iam interpretando o reportório, os músicos iam despindo as suas t-shirts e deixando descair as suas calças (percebi nessa altura a mais-valia de alguns homens usarem calças de cintura descaída…) revelando troncos de musculatura definida e harmonia pilosa. Eu gostei de ver, e várias outras amigas também!
publicado por Veruska às 19:59

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