Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

O estilismo de uma perna... ou a vontade que tenho de mandar a Calzedonia à #$#&5&

 

Tenho o armário repleto de vestidos e saias que adoro e que tenho de rentabilizar. Eles são mais de 30, e em conjunto com a minha coleção de sapatos e botas, que também necessitam de ser rentabilizadas neste tempos de crise, podem garantir a minha indumentária durante mais de 1 mês sem repetir a toilete.

 

A tudo isto acresce a paixão que tenho por collant’s. Collant’s na verdadeira aceção da palavra; não falo de meias-altas, colãs (…blhec..) ou meias-calças, mas sim de peças de vestuário confortáveis, bonitas, originais e de boa qualidade. Estes collant’s conjugados com as minhas saias e vestidos sempre me tornaram num perfeito exemplo de discrição, de moda e de pequenos laivos de arrojo.

 

Este assunto nem sempre foi tão pacífico. Recordo-me de tempos idos, em que acreditava que os collant’s podiam ser reversíveis e assim demorariam mais tempo até serem lavados, de que indicação do tamanho era uma forma de manipular as clientes pois este tipo de produto era de “tamanho único” ou mesmo de algumas habilidades que me tinham sido passadas pelas gerações mais antigas da minha família para que as meias não descaíssem enquanto as usava.

 

Hoje já toda esta carga do passado se desvaneceu e até ao início do ano passado consegui sempre conjugar todas as características que me agradam, nos produtos adquiridos na Calzedonia. A partir do ano passado as coisas começaram a mudar, vá lá saber-se porquê.

 

Na Primavera passada comecei a estranhar que os collant’s da Calzedonia começavam a acusar desgaste ao fim de 2 ou 3 utilizações. Começavam a desfiar-se, por vezes as costuras cediam ou até mesmo qualquer toque mais brusco provocava a aparecimento de irregularidades.  No Outono vi as minhas meias preferidas da estação (as da fotografia) descoserem-se entre pernas, ou melhor, descoserem-se porque havia um defeito nessa zona. Hoje ao vestir um dos artigos comprados no Inverno vi que, apesar de novas, tinham já 4 buracos na perna.


A ironia reside no facto de que quando adquiri estas últimas, a vendedora estar a explicar à cliente que pagava antes de mim que “A Calzedonia não tinha qualquer semelhança com o Chinês”.  Pois não, digo eu, é muito mais cara!

publicado por Veruska às 15:10

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Portugal foi aos mercados e eu fui à esteticista... ou como tudo continua normal

 

 

No início do ano fui confrontada com uma situação caricata. Após o pagamento de uma compra num hipermercado aqui de Faro, pediram-me o NIF para emissão da fatura.  Após a minha recusa, fui praticamente ameaçada pelo funcionário da caixa de que lhe deveria fornecer a minha identificação fiscal pois era obrigatório; uma espécie de imposição de Vítor Gaspar como prontamente o Sr. Nelson, o operador, me explicou.

 

Voltei a recusar, dizendo-lhe que estava farta de estar à espera que ele se despachasse pois por cada cliente exigia esses dados e dava ordem de impressão de três talões de caixa (fatura, cópia da fatura e outro qualquer que nem sei o que era). Apesar da revolta momentânea, tinha dentro de mim um sentimento ainda pior – o de ter sido ultrapassada por acontecimentos que desconhecia e cuja justificação só poderia residir na maternidade que me põe a cabeça meia tonta e me esgota de tanto cansaço.

 

Quase 3 semanas depois destes acontecimentos e quando Portugal volta aos mercados, eu volto ao Jumbo e à esteticista.    O retorno de Portugal à venda de dívida foi um sucesso e ao mesmo tempo o operador de caixa do hipermercado já não me ameaça usando o nome de Vítor Gaspar, a caixa já não vomita três papéis e a esteticista já não passa fatura. Parece que afinal tudo está na mesma; 2013 será um ano pautado pela normalidade.

 

 

publicado por Veruska às 17:35

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Linhas cruzadas... ou um mito de infância

 

 

Só em 1982 é que passei a partilhar o meu lar com um aparelho telefónico.  Até lá, poucas vezes tinha usado tão especial artefacto.  Claro que sabia para servia, qual o seu aspeto e até grande parte da sua história. 

Nessa malfadada década de 80, eu, uma adolescente ainda no inicio desse período de revolta e teimosia, raramente tinha autorização para o usar. Não podia dar o número a ninguém, nem atender qualquer chamada a não ser quando expressamente instruída para o fazer.


Desses tempos recordo as conversas das minhas primas mais velhas que muitas vezes relatavam com emoção situações de linhas cruzadas. Segundo elas, algumas vezes levantavam o auscultador e ouviam vozes do outro lado e em outras situações, ao marcar determinado número acabavam por falar com totais desconhecidos sem que lhes fossem cobradas as chamadas.


Conseguir escutar um desconhecido que poderia ter histórias imensas para contar e tudo a custo zero era a ideia perfeita para encher a minha cabeça ávida de estórias.


De certeza que terei feito algumas tentativas lá em casa para apanhar as tais linhas cruzadas mas em virtude de nada me lembrar, estou certa que nunca as apanhei e até ontem, a várias décadas de distância, parecia-me que tudo não teria passado de fantasias muito bem urdidas por adolescentes sedentas de encobrir namoricos e amizades menos permitidas.


Hoje acredito que afinal as tais linhas cruzadas existem mesmo e que afinal quem as desconhecia era João Soares

publicado por Veruska às 15:33

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013

Eu, o mundo e... eu de novo

Uma versão deste meu post. :)

 

 

publicado por Veruska às 18:08

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