Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013

Um post útil... ou como podemos comprar um triquini no e-bay

 

 Fotos: e-bay

 

Já por diversas vezes abordei por aqui a minha necessidade de usar triquinis na praia. E, também já por diversas vezes espelhei o meu desalento ao tentar encontrar esta indumentária no comércio tradicional. Depois de tanto procurar e de pedir ajuda a quem de moda percebe muito mais do que eu, decidi partilhar com o mundo alguns conselhos que poderão fazer toda a diferença quando se pensa em comprar este tipo de fato-de-banho na net.

 

Apesar de atualmente muitos serem os sites onde se podem adquirir este tipo de peças, considero que o e-bay é o que apresenta os modelos a preço mais acessível e que conferem à transação a maior segurança (uso sempre o pay-pal). Assumo que neste tipo de compras, a questão do preço é das mais importantes. Nunca quis arriscar na compra de um triquini demasiado caro que poderia ficar fechado numa gaveta por não me assentar bem, não ter a qualidade desejada ou nem sequer me servir.

 

Por isso apresento-vos quatro das minhas cinco compras deste ano (confesso que com a ânsia de tentar substituir os meus mais de vinte biquínis, acabei por me deixar levar pela febre do consumismo). De todos eles, apenas o nº1 não foi uma compra de sucesso. Assim que o vi, achei que devia de o ter. Um preto sólido e os recortes na zona da cintura seriam a escolha acertada para aqueles dias em que a elegância teria de ser um imperativo.  Apesar de algum receio inicial, acabei por sentir contagiada pelo sucesso da compra do meu primeiro trikini do ano (sem foto no post) e resolvi arriscar na compra de um L do modelo que se dizia ser da Victoria Secret’s. Infelizmente esta não foi uma boa aquisição e ele acabou por fazer parte do guarda-roupa de uma amiga também mãe recente, mas de trigémeos.

 

Seguiram-se o da Primark, um “chinês” e o da Asos, tendo todos eles conseguido o seu lugar cativo aqui na gaveta que outrora foi dos biquínis.  Assim, após estes longos meses de experiência partilho o que me parece ser mais importante quando se faz este tipo de compras no e-bay.

 

1.    Procurar o melhor preço

Atenção que muitos dos modelos são vendidos por vendedores diferentes a preços muito diferentes. Há que ter paciência na consulta dos sites (o americano e o inglês) e esperar pela melhor oportunidade.

 

2.    Atenção aos tamanhos

De uma forma geral os tamanhos são muito inferiores aos europeus, principalmente se estes vierem da China. Por exemplo, no caso do modelo nº1 de tamanho L, este acabou por ser vestido por uma pessoa de tamanho S.

 

3.    Analisar muito bem parte de cima

Para quem tem peito grande, a parte de cima de um fato de banho é uma grande preocupação. Questões como “Será que tem poder de sustentação?” ou “Será que a copa é suficientemente grande?” dependem grandemente de como este é desenhado. Por isso através das fotografias, pormenores como a existência de aros e copas almofadadas são extremamente importantes. Muitos deles têm copas extra-almofadadas o que leva à necessidade de adquirir um modelo num tamanho superior ao que seria esperado.

 

4.    Analisar como é atado o triquini

O aspeto a valorizar é o facto de este ter atilhos e não molas de pressão. Como não se experimenta o item, a existência dos atilhos permite um maior ajuste do que as molas e assim maior probabilidade de sucesso.

 

5.    Perceber como é que o triquini assenta realmente numa pessoa

Eu não tenho corpo de modelo, por isso fico atenta às proporções daquilo que vejo na fotografia e tento transpô-las para as minhas curvas.

 

6.    Não gastar demasiado dinheiro por peça

O meu limite é de 25€ (custo + transporte) por peça e mesmo esse, nunca foi atingido. Só o será se encontrar alguma coisa verdadeiramente original. Tenho-me ficado pelos 15€.

 

7.    Não desesperar com espera da encomenda

Por vezes a encomenda demora mais de um mês e fica-se logo a pensar se teremos sido “roubados”. Nesses casos deverá contactar-se o vendedor e pedir esclarecimentos. Normalmente os atrasos na encomenda ficam a dever-se ao facto de expedição não ser imediata (sobretudo quando os portes são grátis) ou ao facto de ter ficado retida na alfândega para inspeção (coisa que até hoje só me aconteceu uma única vez).

 

 

publicado por Veruska às 14:14

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Sexta-feira, 21 de Junho de 2013

Um mamilo de borla... ou a minha busca incessante por um triquíni perfeito

 

 

A minha saga pelos triquinis começou há mais ou menos um ano.  Depois de ter sido mãe, e devido a uma cicatriz vertical resultado da cesariana a que tive de ser submetida, optei por usar triquinis. Ainda me lembro da obstetra no final do parto me ter dito que tinha feito o melhor possível mas que eu iria ver um Z desenhado na barriga. Imbuída com a felicidade de, eu e o meu filho, estarmos vivos e bem, respondi-lhe com um sorriso no rosto – “Não faz mal; depois vou usar uns triquinis feitos à medida”.

 

Poucos meses depois, no início da Primavera, a minha busca por tão ausente equipamento de banho começou. Tinha a intenção de procurar uma loja que conhecia em Cascais e em Vilamoura que fazia todo o tipo de fatos de banho por medida, mas os meus planos foram gorados com a constatação de que afinal a loja já não existia.  Tive de me socorrer do plano B, e procurá-los nas lojas que habitualmente vendem este tipo de roupa. Foi então que começou um dos períodos que se tem revelado como sendo um dos mais longos da minha vida.

 

Rapidamente percebi que a oferta de triquinis é muito reduzida e quando se encontra algum, o seu preço é demasiado elevado para o que estava habituada quando era uma simples consumidora de biquínis (muitos biquínis, muitos mesmo). Outros dos aspetos negativos tinha a ver com a escolha disponível no mercado; demasiado conservadores, com cores de fugir e para senhoras com muita idade e muito excesso de peso.

 

Fui obrigada a rumar à capital e acabar por escolher um cujas caraterísticas são precisamente as anteriores. Afinal de contas, tenho mais de 40 anos e o meu excesso de peso, sobretudo em algumas zonas do corpo que ficam penduradas, invalida qualquer harmonia entre uma parte de baixo e uma parte de cima com o mesmo número (as senhoras de certeza sabem do que falo). Daí até à descoberta do e-bay foi um ápice. Comecei por procurar “trikini’s” e depressa percebi que devia era de pesquisar “monokini’s” embora o que desejasse era que o meu “kini” superior ficasse bem ajustado e tapado.

 

Esta busca incessante pelo triquini perfeito já resultou em 6 aquisições – 1 que nunca chegou; 1 demasiado pequeno; 3 pequenos mas que fazem de mim, nem que seja só em pensamento, uma autêntica “babewatch”; 1 que está algures entre a China e Portugal.

 

Mas como qualquer pessoa sabe, um guarda-roupa nunca está perfeito e por isso a demanda continua, agora com um novo ânimo.  Se já começam a oferecer mamilos de borla na compra de um triquíni, pode ser que dentro em breve comecem a oferecer “maminhas” novas.

publicado por Veruska às 18:39

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2012

Preciso de uma Candy... ou como o Big Brother nos observa


                                                                                          

 

O dia de hoje foi marcado por dois acontecimentos que apesar de aparentemente desconexos, muito revelam sobre a verdadeira essência da nossa existência.  Os eventos a que me refiro resultam do facto de a minha internet wireless não estar a funcionar adequadamente e de hoje ter ido comemorar o Dia da Mãe no infantário frequentado pelo meu filho.

 

Quem lê este post, poderá achar que a relação entre tudo o que já afirmei ou mesmo a ideia transmitida pelo título poderá ser oca de qualquer conteúdo, ideia que sairá reforçada no final deste texto, mas parte do encanto de se manter um diário semi-fantasioso desta minha humilde existência reside no universo fantástico da minha imaginação que, de importante, pouca coisa debita.  

 

Tudo começa com uma chamada quase enigmática de uma pessoa que se intitulava meu gestor ZON para o próximo mês. A pessoa em causa disponibilizava-se para me ajudar em tudo o que estivesse ao seu alcance para resolver o problema de ligação do meu notebook à net wireless. Claro que esta chamada não surgiu de forma espontânea. Foi necessário passar muito tempo ao telefone com assistentes que se mostravam impotentes para resolver o problema, enviar meia dúzia de reclamações para três instituições diferentes e receber dois técnicos em casa para avaliar o que estava a correr mal.

 

Mas hoje, depois de falar com o meu gestor ZON, recebo uma chamada de um outro técnico muito conhecedor da situação. Diz-me logo em tempo real quais os equipamentos que tenho ligados à net, pede-me para ligar e desligar o router e rejeita qualquer hipótese de se fazerem mais testes de configuração do portátil. Ela fala-me dos equipamentos que tenho ligados em casa referindo-se à consola, ao portátil “normal” e até a uma impressora wireless que eu julgava desligada.  Foi mesmo ele que detectou em primeiro lugar a ligação do notebook dizendo-me “já tenho um VERA-PC ligado; sabe-me dizer a que equipamento se refere?”

 

Claro que sabia e muito bem. Tratava-se do computador que tantos problemas estava a dar e como que por milagre estava novamente a funcionar depois de quase um ano de jejum de ZON wi-fi. Tentei questioná-los sobre o que tinha feito e como o teriam feito, pois a única acção que tinha realizado foi o de ligar e desligar o router. Nada me adiantaram e salientaram por várias vezes que teria sido uma coincidência o reinício do router ter ocorrido em simultâneo com o reinício de actividade do meu “pequenino”. Fiquei espantada, muito espantada mesmo, pois desconhecia que seria possível alguém que se encontra em Lisboa ter tal conhecimento daquilo que se passa dentro da minha casa. 

 

Depois do espanto veio a preocupação. Encontro-me num processo de litígio com a ZON e a PC Medic (empresa que presta a assistência informática aos clientes ZON) e de repente tudo fica resolvido e de uma forma que me leva quase a pensar que afinal nunca houve problema nenhum.

 

De seguida dirijo-me ao infantário do meu filho para assistir à festa de comemoração do Dia da Mãe com a expectativa de confraternizar com as restantes mães e conhecer alguns dos coleguinhas do meu filho. Calço umas botas mais confortáveis que os sapatos de salto alto que tinha usado durante o dia todo, agarro no telemóvel e no meu porta-chaves com um rinoceronte em peluche e vou a correr para a escolinha. Depois dos cumprimentos iniciais lá vou eu com o miúdo ao colo para um canto com sombra iniciar as novas amizades.  Vou falando com as mães que também chegaram cedo como eu e a medo lá vamos trocando experiências e rindo com as gracinhas de cada um dos nossos filhos.

 

Mas à medida que mais convidadas vão chegando vou reparando que algumas delas se fazem transportar de uma mala de plástico. A forma é a de um pequeno baú, mas as cores seduzem qualquer um. Há em cor-de-rosa, em dourado com brilhantes e até com imitação de pele de cobra. Estas mães juntam-se em grupo, falam de forma descontraída, mas nunca, nunca, abandonam a sua Candy (mala da Furla).

 

Agora percebo porque é que isto acontece. Também já elas terão tido litígios com a ZON e para que as suas vidas se mantivessem em segredo trataram de colocar todos os seus maiores bens numa câmara isoladora plástica. Eu também preciso de uma!

publicado por Veruska às 23:32

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