Assim que o meu filho nasceu, e depois de saturada da música clássica adaptada a bebés, percebi que afinal ele acalmava mais facilmente ao som dos meus cd’s. Comecei com um imberbe Justin Timberlake ao qual se sucedeu uma Jane Monheit mais madura e com toquezinho de bossa nova. É ao som desta cantora que ele agora adormece, e não é por a sua música ser enfadonha ou monocórdica.
Não pretendo com isto, garantir que o meu filho seja culto. Apenas pretendo que adormeça rapidamente e me deixe sossegada a escrever os meus tão oportunos post’s. Mas como a repetição só funciona bem se for uma figura de estilo, encetei nestes últimos dias uma revolução cultural cá em casa e agora uma das grandes preferências do meu filho de 6 meses é a Emeli Sandé, embora esta senhora também já me esteja a levar à loucura.
É também uma revolução cultural que o cardeal patriarca de Lisboa defende como resposta à crise. Como qualquer solução é sempre bem vinda, há que a aplicar em tempo recorde, sem haver lugar a grande morosidade. Foi o que aconteceu no Porto. Assim que foram conhecidas as sugestões de Dom José Policarpo, a Porto Menu, resolveu aceitar o repto e aplica-las de imediato.
O veículo foi o seu Guia de Restaurantes, Cafés e Bares. Com ele pretendeu-se incentivar a aprendizagem da gramática portuguesa, partindo de um exemplo simples, curto e simbólico. Na lição disponibilizada pela capa do já referido guia, vê-se a frase “Rio és um fdp” ficando o exercício de análise a cargo de cada um de nós. Há quem pense que tal frase possa ser uma ofensa dirigida ao autarca Rui Rio, mas nada disso. Ela é tão somente um ensinamento que nos permite concluir que "Rio" é um substantivo próprio que significa um curso de água e o resto são três iniciais, um verbo e um artigo".
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