No início do ano fui confrontada com uma situação caricata. Após o pagamento de uma compra num hipermercado aqui de Faro, pediram-me o NIF para emissão da fatura. Após a minha recusa, fui praticamente ameaçada pelo funcionário da caixa de que lhe deveria fornecer a minha identificação fiscal pois era obrigatório; uma espécie de imposição de Vítor Gaspar como prontamente o Sr. Nelson, o operador, me explicou.
Voltei a recusar, dizendo-lhe que estava farta de estar à espera que ele se despachasse pois por cada cliente exigia esses dados e dava ordem de impressão de três talões de caixa (fatura, cópia da fatura e outro qualquer que nem sei o que era). Apesar da revolta momentânea, tinha dentro de mim um sentimento ainda pior – o de ter sido ultrapassada por acontecimentos que desconhecia e cuja justificação só poderia residir na maternidade que me põe a cabeça meia tonta e me esgota de tanto cansaço.
Quase 3 semanas depois destes acontecimentos e quando Portugal volta aos mercados, eu volto ao Jumbo e à esteticista. O retorno de Portugal à venda de dívida foi um sucesso e ao mesmo tempo o operador de caixa do hipermercado já não me ameaça usando o nome de Vítor Gaspar, a caixa já não vomita três papéis e a esteticista já não passa fatura. Parece que afinal tudo está na mesma; 2013 será um ano pautado pela normalidade.
. ...
. O poder da publicidade......
. Que coisa estúpida... ou ...
. ...
. ...
. ...
. Concentração motard de Fa...
. ...
. ...
. ...
. Uma experiência quase cie...