Tenho o armário repleto de vestidos e saias que adoro e que tenho de rentabilizar. Eles são mais de 30, e em conjunto com a minha coleção de sapatos e botas, que também necessitam de ser rentabilizadas neste tempos de crise, podem garantir a minha indumentária durante mais de 1 mês sem repetir a toilete.
A tudo isto acresce a paixão que tenho por collant’s. Collant’s na verdadeira aceção da palavra; não falo de meias-altas, colãs (…blhec..) ou meias-calças, mas sim de peças de vestuário confortáveis, bonitas, originais e de boa qualidade. Estes collant’s conjugados com as minhas saias e vestidos sempre me tornaram num perfeito exemplo de discrição, de moda e de pequenos laivos de arrojo.
Este assunto nem sempre foi tão pacífico. Recordo-me de tempos idos, em que acreditava que os collant’s podiam ser reversíveis e assim demorariam mais tempo até serem lavados, de que indicação do tamanho era uma forma de manipular as clientes pois este tipo de produto era de “tamanho único” ou mesmo de algumas habilidades que me tinham sido passadas pelas gerações mais antigas da minha família para que as meias não descaíssem enquanto as usava.
Hoje já toda esta carga do passado se desvaneceu e até ao início do ano passado consegui sempre conjugar todas as características que me agradam, nos produtos adquiridos na Calzedonia. A partir do ano passado as coisas começaram a mudar, vá lá saber-se porquê.
Na Primavera passada comecei a estranhar que os collant’s da Calzedonia começavam a acusar desgaste ao fim de 2 ou 3 utilizações. Começavam a desfiar-se, por vezes as costuras cediam ou até mesmo qualquer toque mais brusco provocava a aparecimento de irregularidades. No Outono vi as minhas meias preferidas da estação (as da fotografia) descoserem-se entre pernas, ou melhor, descoserem-se porque havia um defeito nessa zona. Hoje ao vestir um dos artigos comprados no Inverno vi que, apesar de novas, tinham já 4 buracos na perna.
A ironia reside no facto de que quando adquiri estas últimas, a vendedora estar a explicar à cliente que pagava antes de mim que “A Calzedonia não tinha qualquer semelhança com o Chinês”. Pois não, digo eu, é muito mais cara!
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