Foto: Veruska
Foto: "Verusko"
Quando era pequenina, a minha mãe devia ameaçar-me com o ciganos. Não é que tenha memória desses tempos, mas na realidade ao longo da minha vida sempre senti que me devia afastar deles. Como sou bem formada, nunca senti qualquer tipo de xenofobia consciente pelos elementos dessa suposta minoria étnica (que em Faro são de certeza uma parte representativa dos munícipes) mas de repente começo a ter uma irritaçãozinha aqui, a desenvolver-se no fundo da minha barriga.
Ultimamente tenho-me visto envolvida em situações com ciganos a conduzirem carroças com cavalos, mulas e até póneis. As regras de trânsito são minimamente respeitadas por esses veículos movidos a força animal, mas é impossível deixar de sentir alguma impaciência quando somos apanhados em filas por causa da carroça que vai devagar, ou incredulidade quando os vemos estacionar em lugares não autorizados ou mesmo medo quando vemos um desses veículos descontrolado em contra-mão.
Talvez seja alguma vingança do Universo que decidiu lançar contra mim todas as suas forças ocultas, mas juro que isto me está a moer sobretudo quando me lembro da cigana “chique” que usava uma mala Candy Furla ou da cigana “gira” a quem dei um aquecedor a óleo (pois consumia muita energia) e que afinal morava na “barraca” e devia furtar eletricidade.

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