
Henrique Raposo na sua crónica do Expresso de dia 26 de Março faz um elogio à mulher estrangeira embora esquivando-se das responsabilidades ao evocar entidades terceiras, como os amigos e o pai. Pelos vistos no estrangeiro – designação que por si só, me faz lembrar a minha ida juventude na década de 70 – é que elas são “giras, boas e fáceis”. Elencam-se até os melhores países de entre os quais se referem os de leste.
A narrativa vai tão mais longe, que chega mesmo a comparar hipotéticas boazonas portuguesas (se as houvesse, claro) a quengas (= garotas de programa) numa alusão clara às brasileiras gatinhas ou a atribuir à mini-saia o papel de gestor de reputação de uma donzela. Mas como Henrique Raposo não é mais do que um bom moço, lá mais para o fim do texto retrata-se, incluindo-se no grupo de homens com olhar controlador e que agem como mercadores de escravos sempre que avistam uma dama que não seja atarracada e dona de um buço pujante.
Da minha parte acho que ele esteve muito bem. Tenho a certeza que as portuguesas que o conhecem, também só querem retrair a sua testosterona de forma a concentrar toda a sua atenção nos gajos jeitosos, cultos e interessantes que por aí abundam e ver se os convencem a dar uma voltinha em privado. Eu estou do lado delas e caso o venha a encontrar, farei a minha parte - apresento-lhe a lituana com penteado à Kim Jong-un com quem entabulei conversa num destes dias.
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