Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

Quora… ou como os finlandeses resolvem os problemas

 

 

 

   Desde há duas semanas que tento pertencer a uma nova rede social – a Quora – que se pensa vir a ser mais importante do que o Facebook. Este é um site de questões colocadas por quem quiser e respondidas também por quem quiser. Lá se conseguem encontrar respostas a problemas tão importantes como “O que fazer para satisfazer uma mulher?”, “Qual foi a origem do Universo?”, “Será que o FMI chega?” ou até “Quando irá estrear o musical do Homem-Aranha?”.

 

 

   Neste momento, apenas os americanos e canadianos lhe podem aceder livremente; todos os outros dependem de um convite de um membro efectivo deste clube restrito, mas existem já boatos de que em breve o site será de livre acesso e todos se poderão registar participando numa gigantesca entrevista colectiva. Se eu não me importo de esperar por esse dia, há quem não consiga manter a calma e tenha já tentado encontrar uma forma semelhante de promover uma troca de conhecimento.  Falo de um grupo de finlandeses que formou a Frente de Libertação Alimentar, tendo já lançado as primeiras questões que ainda não foram respondidas e das quais cito algumas:

          - Qual a quantidade de lixo não reciclável produzido pelas empregas globais de fast food?

          - Que tipo de drogas ilegais usam nos seus processos de fabrico?

          - Porque é que a McDonald’s não se preocupa em reduzir a obesidade e a diabetes?

 

   O sua forma de acção é muito simples. Primeiro é necessário raptar a mascote da organização que se pretende questionar, depois lançam-se as questões no You Tube e por fim, espera-se pelas respostas. O processo finaliza com a decapitação do boneco.

 

   Do país em que a antiga primeiro-ministro Tarja Halonen é sósia do apresentador Conan O’Brien (que de acordo com alguns é o irmão separado à nascença) nada surpreende!  

 

 

 

publicado por Veruska às 17:47

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Redes sociais... ou como a moda do "desamigar" já chegou a Portugal

 

            Como já por várias vezes assumi, sou adepta das redes sociais (embora de forma moderada). Não há dia que passe, em que não consulte as últimas nos perfis dos meus amigos ou as actualizações dos que apesar de ainda-não-amigos, alguma coisa lhes quero descobrir.
 
            Para um leigo, é difícil descortinar o real sentido da palavra “amigo” que tantas vezes aparece quando de redes sociais se fala.  Há quem considere que um “amigo virtual” é diferente de um “amigo real” e quem ache o contrário. Há quem goste de cultivar amizades e há quem goste de “adicionar” pessoas até perfazer totais que ultrapassem limites pré-estabelecidos. Recentemente descobri que depois do boom em “amigar” pessoas nas já referidas redes sociais, chegou agora a moda de “desamigar” quem afinal já não merece a nossa afeição, estima ou simpatia.
 
            Este comportamento anti-social de acabar com uma amizade passou a ser assim muito mais fácil e praticamente isento de danos colaterais. Agora uma suposta amizade pode chegar ao fim com um simples clique sobre o amigo que se pretende remover dos nossos contactos.
 
            Mas se nas redes sociais virtuais o “desamigar” é apenas um pequeno gesto que pode ser considerado um acto privado e cuja participação do opositor não é necessária, nas redes sociais reais tal não é assim, especialmente numa rede muito elitista com pouco mais de duas centenas de utilizadores – o Parlamento.
 
            Hoje uma utilizadora desta rede social tentou “desamigar” outro utilizador por, aparentemente, este ter mudado de categoria e agora ser conotado com essa linda arte de divertir o público protagonizando paródias e situações burlescas. O visado não gostou, retorquiu, estrebuchou e até tentou apelar ao nobre sentimento de se ser oriundo da linha de Cascais a fim de resolver a divergência e permanecer na lista de amigos.
 
À hora de publicação deste post encontro-me convicta de que tudo ser irá resolver e que não só o palhaço vai voltar a “amigar-se”, mas que a amiga se irá juntar à categoria dos Palhaços engrossando o rol dos que “não são possíveis de levar a sério”. Resta-nos esperar por amanhã.
publicado por Veruska às 23:10

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